
Move Beyond
Como os vídeos de recrutamento ajudaram a Move Beyond a atrair o talento certo
“O vídeo pode apoiar de forma eficaz o percurso do colaborador e gerar interesse junto de pessoas que querem mesmo trabalhar na empresa.”

Dwight Westhof
Diretor de Marketing

Porque é que a Move Beyond precisava de vídeos de recrutamento?
A Move Beyond enfrentava um desafio que muitas consultoras em crescimento conhecem bem. Precisava de atrair bons profissionais, mas os candidatos não tinham uma imagem clara da empresa nem do tipo de trabalho de que fariam realmente parte.
Na consultoria, essa imagem conta. O trabalho não se vende através de frameworks ou serviços, vende-se através das pessoas: as que lideram projetos, gerem a complexidade e transformam planos em progresso real. Por isso, os candidatos não perguntam apenas se a função parece interessante. Perguntam se se conseguem ver na empresa, e uma descrição de funções não mostra o ambiente do escritório nem a forma como a equipa trabalha em conjunto.
“Para a Move Beyond, foi mesmo difícil encontrar e atrair novas pessoas. Também não tínhamos muita notoriedade como empresa.”
Por isso, o primeiro vídeo de recrutamento procurou resolver exatamente isso:
“O objetivo era mostrar o que fazemos como gestores de projeto, mas também dar uma imagem mais clara da empresa. Como é o nosso escritório? Como é por dentro? O principal objetivo era criar notoriedade.”
Porque é que o vídeo era o formato certo?
O recrutamento não é apenas um problema de informação; é uma questão de confiança e de perceção. Os candidatos querem perceber que tipo de pessoas ali trabalham antes de investirem tempo numa candidatura.
“Já tínhamos muita coisa escrita. Mas o vídeo leva isso para outro nível. Permite ver o interior de uma empresa. Permite ver as pessoas que lá trabalham. Dá muito mais informação.”
O objetivo nunca foi fazer a Move Beyond parecer mais polida. Foi ajudar as pessoas certas a sentir: este pode ser um lugar para mim.
“Devia criar uma sensação como: quero mesmo trabalhar para esta empresa. Esse era o objetivo do vídeo.”
Os vídeos não foram criados para substituir a página de carreiras. Foram criados para tornar a página de carreiras, os anúncios de emprego e toda a jornada do candidato mais convincentes.
O que produziu a HIVER para a Move Beyond?
A HIVER produziu dois vídeos de recrutamento, um vídeo de evento e materiais adicionais para redes sociais, o site e uso interno da marca.
O primeiro centrou-se na notoriedade. Mostrou como é a Move Beyond por dentro: o escritório, as pessoas, o ambiente e a energia da empresa. O segundo centrou-se na função de gestor de projetos estratégicos, situada entre a consultoria, a gestão de projeto e a mudança organizacional, e que precisava de explicação. O vídeo do evento captou um momento real da empresa e transformou-o num recurso reutilizável para a comunicação da marca.
Dar vida ao site com imagens de vídeo reais
Cada captação foi planeada para criar mais do que um filme final. Foram criadas versões curtas para LinkedIn e Instagram. Foram preparados vídeos sem som para o site, protetores de ecrã, apresentações e uso interno.
Recurso | Objetivo |
|---|---|
Vídeo de recrutamento da empresa | Criar notoriedade e mostrar o ambiente da empresa |
Vídeo sobre o gestor de projetos estratégicos | Explicar a função e facilitar a compreensão do cargo |
Vídeo do evento | Captar um momento real da empresa e ampliar o seu alcance |
Versões curtas para LinkedIn e Instagram | Criar anúncios curtos a partir da mesma produção |
Vídeos sem som para o site | Tornar o site mais vivo, mesmo sem som |
Materiais para protetor de ecrã e apresentações | Levar a marca empregadora aos pontos de contacto internos |
Como resolveram os vídeos o problema de clareza da função?
O resultado mais forte veio do segundo vídeo.
A Move Beyond contrata gestores de projetos estratégicos, mas o título não era claro para os candidatos. Antes do vídeo, a equipa tinha de explicar o que significava a função e em que se distinguia da consultoria ou da gestão de projeto, o que tornava as conversas de recrutamento mais difíceis do que deviam ser.
O vídeo resolveu isso porque deu uma perceção concreta da função. Em vez de a descrever apenas, mostrou o trabalho, o ambiente e o tipo de pessoa que ali encaixa.
“Há dois anos, antes de ter este vídeo, ninguém sabia o que aquilo era. Tinha de explicar sempre o que era um gestor de projetos estratégicos. Agora já não tenho essa conversa.”
Este é um resultado concreto de recrutamento. O vídeo não fez apenas a função parecer melhor; tornou-a mais fácil de compreender antes da primeira conversa.
Como foi usado o conteúdo?
Os principais vídeos de recrutamento trouxeram profundidade, as versões curtas deram alcance e as versões sem som mantiveram o site e os ecrãs internos com mais vida.
“Uso-os no LinkedIn e no Instagram. Usamo-los como conteúdo para o nosso site, claro. E até como protetores de ecrã, para criar uma sensação de marca em todos os portáteis.”
Um candidato pode ver primeiro um vídeo curto no LinkedIn. Mais tarde visita o site e depois vê um vídeo de recrutamento mais longo. Quando se candidata, a empresa já lhe é familiar. Por isso, a produção foi pensada como um sistema de conteúdos e não como uma peça isolada.
O que mudou depois da publicação?
A Move Beyond usou os vídeos como primeiro ponto de contacto numa campanha no LinkedIn e alcançou um público vasto nos Países Baixos.
“O vídeo foi visto cerca de meio milhão de vezes. Usei-o numa campanha para ser o primeiro ponto de contacto da jornada do candidato.”
A Move Beyond não afirma que o vídeo, por si só, gerou todas as candidaturas; essa não seria uma forma séria de olhar para o recrutamento. Mas é claro que passou a fazer parte de um sistema mais amplo, que apoiou a notoriedade, a compreensão da função e a contratação. No mesmo período, a empresa contratou cerca de 20 a 25 pessoas.
Antes dos vídeos | Depois dos vídeos |
|---|---|
Baixa notoriedade da empresa | Primeiro ponto de contacto mais forte através do vídeo |
Era difícil explicar a função | O gestor de projetos estratégicos passou a ser mais fácil de compreender |
A cultura era descrita sobretudo em texto | Os candidatos passaram a ver as pessoas e o ambiente |
O conteúdo de recrutamento era limitado | O conteúdo passou a poder ser reutilizado nas redes sociais, no site e em pontos de contacto internos |
O site parecia menos humano | O vídeo tornou a marca empregadora mais visível e mais real |
Porque é que o vídeo de recrutamento funciona com talento mais jovem?
A forma como as pessoas consomem informação mudou, sobretudo entre os candidatos mais jovens, e o formato tem de acompanhar essa mudança.
“Assim que se quer chegar a millennials ou à Geração Z, o vídeo vem primeiro. Eles não dedicam tempo a ler um artigo. Estão habituados a consumir conteúdo depressa.”
Isto não torna o conteúdo escrito irrelevante. Apenas muda a ordem. O vídeo cria a primeira faísca, o site dá mais contexto, a página da vaga explica os detalhes e a entrevista confirma o encaixe.
O que podem outras empresas aprender com isto?
Os vídeos de recrutamento não servem para fazer uma empresa parecer mais polida. Servem para reduzir a incerteza. Antes de se candidatarem, os candidatos querem saber ao que vão, quem são as pessoas, qual é a função, como é a cultura e qual é a sensação que a empresa transmite.
“É uma oportunidade perdida não usar vídeo. Um vídeo permite dizer muito mais e mostrar muito mais.”
Para a Move Beyond, o resultado não foi apenas mais conteúdo em vídeo. Foi uma história de recrutamento mais clara, maior notoriedade da empresa e um conjunto de materiais que continua a funcionar ao longo de toda a jornada do candidato.
Quer ver o vídeo de recrutamento?
Veja abaixo o vídeo de recrutamento da Move Beyond e perceba como a marca empregadora ganha vida através de pessoas reais, locais reais e momentos autênticos.
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